Durante uma breve cerimônia, os capitães regentes dirigiram palavras de boas-vindas ao papa, que, em seu discurso, manifestou grande satisfação por visitar San Marino, reconhecida como "a república mais antiga do mundo". Ele agradeceu pelo caloroso acolhimento e ressaltou a relevância dos 100 anos de relações entre o Vaticano e a República de San Marino.
"Esta conexão é antiga, devido à sua longa coexistência histórica, mas também recente, considerando que apenas há um século, em abril de 1926, formalizamos as relações diplomáticas entre a Santa Sé e a sereníssima República de San Marino", declarou o papa.
Leão XIV também refletiu sobre a importância da liberdade tanto na vida pessoal quanto nos eventos de uma nação, enfatizando a participação ativa na construção da paz. O Santo Padre destacou ainda que San Marino pode ser considerado um "laboratório" de boas políticas, elogiando o cuidado humano demonstrado na proteção da vida em todas as suas etapas, desde a concepção até a morte natural.
"Esta preocupação com os outros é uma característica marcante da história de San Marino desde seus primórdios", afirmou o papa, ressaltando que essa sensibilidade é fruto da tradição cristã do país e da colaboração contínua entre as autoridades políticas e a Igreja em busca do bem comum.




