O Partido Republicanos anunciou, no último sábado (1), durante uma convenção na capital paulista, a candidatura de Tarcísio de Freitas à reeleição como governador do estado de São Paulo. Felício Ramuth, do MDB, foi escolhido como vice-governador na chapa. O partido formou uma coligação com várias legendas, incluindo MDB, PL, PSD, União Brasil, PP, Podemos, PSDB, Cidadania, Solidariedade, PRD, Avante e Novo.
Além da candidatura de Tarcísio, outros nomes foram aprovados na convenção, como André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP), que irão concorrer ao Senado. Também foram escolhidos candidatos a deputados federais e estaduais. Tarcísio, em seu discurso, expressou gratidão à esposa, Cristiane Freitas, e mencionou sua luta contra o câncer, além de recordar o início de sua carreira política ao lado de Jair Bolsonaro.
"Aprendi que servir é o único motivo para ocupar o cargo que ocupo. Essa é a essência da política, é isso que faz sentido. Foi com essa noção que assumi o meu mandato de São Paulo e decidi desde o primeiro dia, que isso seria um marco", afirmou Tarcísio durante a convenção.
A presença do candidato à presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, abrilhantou o evento. Tarcísio de Freitas, com 51 anos, é engenheiro civil e natural do Rio de Janeiro. Antes de se tornar governador de São Paulo, foi ministro da Infraestrutura no governo de Jair Bolsonaro, além de ter exercido funções como secretário da Coordenação de Projetos da Secretaria Especial do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), onde foi responsável por iniciativas de privatizações, concessões e desestatizações.
Sua trajetória inclui também a posição de diretor executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e coordenador-geral de auditoria na área de transportes Na Controladoria-Geral da União, além de ter atuado como consultor legislativo na Câmara dos Deputados.




