Nesta terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu-se com o presidente do Líbano e aproveitou a oportunidade para discutir uma variedade de questões relevantes tanto no cenário internacional quanto doméstico. O foco principal de sua fala foi o Irã, que, , estaria buscando retomar diálogos com os EUA. "Eles querem desesperadamente se reunir. Até que estejam prontos para se reunir de uma maneira significativa, não temos interesse", declarou.
Trump reafirmou que os Estados Unidos não permitirão que o Irã desenvolva armamento nuclear e não hesitou em ameaçar novos ataques. "Eles não podem ter uma arma nuclear. Qualquer lugar onde estejam sequer pensando em atividade nuclear será atingido com muita força", afirmou o presidente. Quando questionado sobre a transferência de centrífugas nucleares do Irã para Pickaxe Mountain, Trump indicou que acredita que isso "pode ter acontecido", mas enfatizou que tal movimentação não teria relevância sem o material nuclear.
O presidente também insinuou que ações militares podem ocorrer em breve, afirmando: "Vamos atingir aquela área muito em breve, e com muita força." Ele ressaltou que a ofensiva americana já causou danos significativos ao programa nuclear iraniano, mencionando que, se os EUA se retirassem, levaria entre 20 e 25 anos para o Irã se reerguer. Trump também destacou o bloqueio militar imposto pelos EUA, afirmando que "ninguém passa pelo bloqueio. É como uma parede de aço".
A conversa também abordou a política comercial dos Estados Unidos, onde o presidente negou que as tarifas sobre produtos canadenses estivessem relacionadas aos incêndios florestais no país. Trump reiterou sua posição sobre a necessidade de tarifas, afirmando: "Eles precisam de nós para sobreviver. Sem nós, não há como sobreviver."
Em relação à China, Trump mencionou a intenção de discutir com o governo chinês declarações feitas anteriormente sobre eleições, dizendo que a situação com Pequim poderia ter mudado. O presidente também comentou sobre um incêndio em um prédio federal em Nova York, vinculando a questão à imigração, referindo-se a pessoas envolvidas como "lunáticos radicais" e reafirmando seu compromisso em deportar esses indivíduos.
Por fim, Donald Trump fez uma análise positiva da Copa do Mundo, considerando-a a mais bem-sucedida da história. Ele destacou a ausência de protestos e crimes durante o evento, que, segundo ele, gerou cinco vezes mais negócios do que qualquer edição anterior. O presidente afirmou que os visitantes estrangeiros saíram do país com uma impressão favorável, contrária àquilo que a mídia costuma divulgar. "Todos saíram daqui com uma opinião diferente daquilo que leram na imprensa. Eles amam este país."




