No dia 2 de julho, mais um suspeito relacionado ao atentado foi neutralizado por policiais da Rota em Peruíbe, litoral sul de São Paulo. Essa ocorrência foi confirmada no dia seguinte. O tenente Ronickson Pimentel foi alvo de disparos enquanto estava parado em um semáforo em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, em 27 de junho. Ele foi socorrido pelo helicóptero Águia e permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André.
Dois homens suspeitos de dar apoio logístico aos autores do ataque foram detidos temporariamente no dia 28 de junho. Eles estão sendo investigados e os disparos continuam sendo atribuídos a outros indivíduos que estão foragidos. O atentado, segundo o secretário da Segurança Pública, Nico Gonçalves, foi planejado há pelo menos três meses, com indícios de que um dos suspeitos já monitorava a residência do tenente antes do ataque.




