Uma patologista de 57 anos, identificada como Magdalena H., foi detida pelas autoridades polonesas após a chocante descoberta de restos mortais de pelo menos 32 fetos em sua residência. O achado ocorreu durante uma escavação realizada por operários da construção civil na entrada da garagem da casa, situada em Lutoryż, uma vila nas proximidades de Rzeszów.
Os restos mortais foram encontrados na última sexta-feira e, conforme informações, teriam sido retirados de um hospital por Magdalena, que os utilizava para experimentos ‘científicos’ não autorizados em sua casa. A residência havia sido vendida recentemente pela médica a um jovem casal, que, ao iniciar reformas no imóvel, se deparou com a situação, levando à denúncia do caso.
A prisão da patologista ocorreu na cidade de Zamość, localizada no leste da Polônia. Além dos restos humanos, as autoridades também encontraram grandes volumes de lixo hospitalar, que agora estão sendo analisados no âmbito da investigação.
Magdalena H. admitiu ter retirado os fetos de um hospital durante a pandemia e afirmou que os utilizou para pesquisas médicas em sua residência. Caso seja condenada, a profissional da saúde pode enfrentar uma pena de até 12 anos de prisão.
As descobertas chocantes levantam questões sobre a ética e a legalidade das práticas médicas, bem como a necessidade de regulamentações mais rigorosas para evitar incidentes semelhantes no futuro.




