A proximidade da Copa do Mundo de 2026 traz à tona a preocupação com a saúde dos atletas, especialmente em relação a grandes estrelas que não estarão presentes no torneio. O departamento médico de clubes europeus, como o Real Madrid, já está em alerta após a confirmação de lesões graves que deixaram jogadores fora da competição. Entre os ausentes estão o atacante brasileiro Rodrygo e o zagueiro Éder Militão, além do meia holandês Xavi Simons e do atacante francês Hugo Ekitike, todos com contusões que exigem cirurgia e um longo período de recuperação.
A seleção brasileira, uma das favoritas ao título, recebeu notícias desfavoráveis na reta final da temporada europeia. Rodrygo, peça-chave no ataque, sofreu um rompimento do ligamento cruzado anterior e do menisco lateral do joelho direito em março de 2026. A previsão de recuperação é de mais de nove meses, o que o deixará fora do torneio nos Estados Unidos.
Em abril, foi a vez de Éder Militão, que enfrentou um rompimento muscular severo durante uma partida do Campeonato Espanhol contra o Alavés. Os exames revelaram a necessidade de uma nova cirurgia na Finlândia, com um tempo estimado de recuperação de pelo menos cinco meses. Esse desfalque se soma a uma temporada já complicada para o defensor, que lidou com outros problemas físicos ao longo do ano.
Além dos brasileiros, a lista de desfalques conta com outros jogadores significativos das seleções europeias e sul-americanas. O primeiro na lista é Xavi Simons, um talento do Tottenham, que se machucou ao romper o ligamento cruzado anterior do joelho direito em 25 de abril durante um jogo contra o Wolverhampton no Campeonato Inglês. O atleta de 23 anos será submetido a cirurgia e não poderá ajudar a seleção holandesa no Mundial.
Outro jogador que não participará da Copa é Hugo Ekitike, que se junta a uma série de lesões que afetam os elencos das seleções. O impacto dessas ausências é significativo, pois os treinadores terão que encontrar substitutos adequados em um período muito curto.
As regras da FIFA permitem que os treinadores convoquem jogadores que não estavam na lista inicial, desde que regularizados e dentro do prazo estipulado. Isso significa que, mesmo com a saída de atletas por lesão, há espaço para novas convocações, embora a situação exija decisões rápidas e estratégicas.




