A jovem piloto francesa Doriane Pin, que conquistou a série feminina da F1 Academy no ano anterior, fez história ao se tornar a primeira mulher a pilotar um carro de Fórmula 1 da equipe Mercedes. Em sua declaração, Doriane enfatizou a importância da oportunidade, afirmando que se esforçou para aproveitar ao máximo o dia e demonstrar seu potencial. Embora a sua identidade como mulher não a defina, ela se sentiu realizada em poder mostrar as capacidades das mulheres no automobilismo.
Com apenas 22 anos, Doriane Pin também se destaca por ser a primeira francesa a dirigir um carro de F1 moderno. Sua participação é significativa, considerando que não há uma mulher no grid de largada de um grande prêmio há quase 50 anos. No dia 17, a piloto completou 76 voltas no Circuito Nacional de Silverstone, totalizando 200 quilômetros ao volante do modelo W12, carro que foi utilizado por Lewis Hamilton e Valtteri Bottas na conquista do título de construtores em 2021.
Gwen Lagrue, conselheiro de desenvolvimento de pilotos da Mercedes, expressou o orgulho da equipe em relação a esse marco histórico. Ele ressaltou a certeza de que em breve será possível ver uma mulher competindo na F1, e que a equipe ficaria extremamente satisfeita se essa realização fosse alcançada com uma piloto da própria Mercedes. Lagrue também destacou o papel inspirador de Doriane para as futuras gerações de pilotos, enquanto ela continua sua trajetória como piloto de desenvolvimento na equipe.
A conquista de Doriane Pin é um marco importante para o automobilismo feminino, que busca cada vez mais espaço em uma categoria historicamente dominada por homens. A presença dela nos testes não apenas abre portas para outras mulheres, mas também reforça a necessidade de um ambiente mais inclusivo e diversificado no esporte. Com seu talento e determinação, Doriane pode se tornar um exemplo para muitas jovens que sonham em seguir carreira nas pistas de corrida.
A trajetória de Doriane Pin e suas conquistas na F1 Academy são um testemunho de que o futuro do automobilismo pode ser mais igualitário, e sua recente experiência ao volante de um carro da Mercedes pode ser apenas o começo de uma nova era para as mulheres na Fórmula 1.




