O caso ocorreu na sexta-feira (10), na região do Parque do Ibirapuera, zona sul da capital paulista. De acordo com as investigações da Polícia Civil, a equipe da GCM patrulhava a região após ser alertada por um vigilante sobre ciclistas que estariam furtando celulares de transeuntes. Durante a ronda, os guardas avistaram Douglas em uma bicicleta elétrica, usando um capuz e fones de ouvido e então o abordaram.
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A versão relatada por Feitosa, subinspetor da GCM, é de que o motorista da viatura emparelhou o veículo com a bicicleta e, ao abrir a porta para realizar a abordagem, o entregador SE desequilibrou e colidiu com a porta do veículo. Ele relatou em depoimento que, no momento da colisão, a pistola que ele segurava disparou acidentalmente.
Após a queda, a vítima ficou sob a bicicleta elétrica e queixava-SE de fortes dores nas pernas. Acreditando SE tratar apenas de um acidente de trânsito provocado pela colisão com a viatura, os guardas acionaram o socorro médico. Veja como ficou a bicicleta após o acidente:
Feitosa afirmou que, ao ajudar nos primeiros socorros, levantou a blusa do rapaz e revistou seu tronco, mas não notou nenhum sangramento. A equipe de apoio da GCM que chegou ao local teria sido informada de que SE tratava de um acidente seguido de mal súbito.
A realidade dos fatos só veio à tona cerca de meia hora depois, com a chegada da ambulância do resgate. Cerca de 30 minutos depois, com a chegada do resgate ao local, os socorristas identificaram duas perfurações causadas por arma de fogo na lateral do corpo da vítima. Douglas não resistiu aos ferimentos e teve o óbito constatado no local.




