Neste sábado, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, comunicou que o "processo de limpeza" das minas no Estreito de Ormuz já teve início. Essa ação coincide com as negociações de paz entre EUA e Irã, que ocorrem no Paquistão com o objetivo de encerrar o conflito vigente.
Trump mencionou que a limpeza do Estreito de Ormuz é um favor a diversos países, incluindo China, Japão, Coreia do Sul, França e Alemanha. O presidente criticou aliados por não SE disporem a reabrir militarmente a importante via marítima, que permanece bloqueada pelo Irã, e sugeriu que eles carecem de coragem e vontade para realizar essa tarefa.
Em outro ponto, Trump SE dirigiu à mídia, afirmando que ela tende a relatar que o Irã está em vantagem, quando, na verdade, ele considera que o país está em declínio. O presidente enumerou diversas perdas do Irã, incluindo a desativação de Sua Marinha e Força Aérea, além da destruição de suas capacidades de defesa e produção de armamentos.
Adicionalmente, Trump garantiu que está monitorando os preços dos fertilizantes, que foram impactados pela guerra, e expressou que não permitirá especulações que possam prejudicar os agricultores americanos. Ele citou que um grande número de petroleiros está SE direcionando aos EUA para carregar petróleo, referindo-SE ao produto nacional, como consequência do conflito no Irã.
As conversas entre Estados Unidos e Irã foram iniciadas em Islamabad neste sábado, com a participação do vice-presidente americano, J.D. Vance. Trump também alertou que, caso as negociações não avancem, considerará a possibilidade de abrir o Estreito de Ormuz pela força.
Apesar da recente declaração de cessar-fogo, alguns navios já transitaram pelo Estreito de Ormuz, mas as tensões permanecem, gerando incertezas sobre a durabilidade da trégua estabelecida.




