A principal elevação foi registrada em Manaus, com um custo médio que variou 7,42%. Em seguida, vieram Salvador (7,15%), Recife (6,97%), Maceió (6,76%) e Belo Horizonte (6,44%).
No acumulado de 2026, todas as capitais registraram alta nos preços da Cesta Básica. Um dos principais responsáveis pelo aumento foi o feijão, que subiu em todas as cidades analisadas.
O grão preto, por exemplo, subiu nas capitais do sul do país, além do Rio de Janeiro e Vitória, com percentuais que variaram entre 1,68% (Curitiba) e 7,17% (Florianópolis). Já o grão carioca, coletado nas demais capitais, variou entre 1,86% (Macapá) e 21,48% (Belém).
A cesta mais cara do país em março foi a de São Paulo, com um custo médio de R$ 883,94, seguida por Rio de Janeiro (R$ 867,97) e Cuiabá (R$ 838,40). No Norte e Nordeste do país, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 598,45), Porto Velho (R$ 623,42), São Luís (R$ 634,26) e Rio Branco (R$ 641,15).
Com base na cesta mais cara do país, o Dieese estimou que o salário-mínimo em dezembro deveria ser de R$ 7.425,99 ou 4,58 vezes o mínimo atual, estabelecido em R$ 1.621,00.




