Um reencontro com a própria história. É assim que nasce o musical Rainhas do Sertanejo. Com apresentações nos dias 6, 7, 13, 14 e 15 de maio, o espetáculo propõe nostalgia e também um olhar sobre a força feminina em um gênero historicamente marcado pelo machismo.
A ideia partiu do diretor Fernandes F., que vê o projeto como um retorno às próprias origens. O musical é também uma forma de homenagear artistas que abriram caminhos e lutaram por espaço.
No palco, oito atrizes e cantoras se revezam em diferentes personagens, dando vida a nomes que marcaram gerações, das pioneiras às vozes mais recentes do chamado “feminejo”. Entre elas, um dos destaques é a presença de Inezita Barroso, figura fundamental para a preservação da música caipira no país.
A montagem também traz reflexões atuais. Segundo Flávia, dar visibilidade a essas histórias femininas é uma forma de provocar o público. “A gente vive um momento delicado, com muitos casos de violência contra a mulher. Contar essas histórias também é uma maneira de fazer pensar.”




