O Paraguai intensifica sua aliança estratégica com os Estados Unidos sob a gestão de Santiago Peña. O país busca consolidar seu crescimento econômico, apelidado de 'tigre guarani', focando em parcerias militares, exploração de minerais críticos e atração de investimentos globais.
O termo 'tigre guarani' faz referência aos 'tigres asiáticos', países que cresceram muito rápido nos anos 90. O Paraguai recebeu esse apelido por apresentar uma das menores inflações da região, um crescimento do PIB estimado em 4% para 2026 e um ambiente de negócios com poucos impostos e pouca burocracia, o que atrai investidores estrangeiros, especialmente brasileiros.
O presidente Santiago Peña posicionou o Paraguai como um aliado estratégico de Trump na América do Sul. A parceria foca em defesa e no fornecimento de minerais críticos, como terras raras — materiais essenciais para fabricar baterias e alta tecnologia. Isso ajuda os EUA a dependerem menos da China e coloca o Paraguai em uma posição de destaque no comércio global.
O governo paraguaio sancionou uma parceria estratégica que permite a circulação de tropas e equipamentos americanos no país. O objetivo é aumentar a vigilância na Tríplice Fronteira para combater o crime organizado. Como gesto de alinhamento, o Paraguai classificou facções criminosas como o PCC como grupos terroristas, algo que os americanos defendem.




