O ex-deputado Eduardo Bolsonaro utilizou sua conta na rede social X para expressar que as manifestações do governo dos EUA revelam uma preocupação com as eleições brasileiras deste ano. Ele destacou o apoio do secretário de Estado Marco Rubio ao relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos EUA, afirmando que os EUA estão atentos a questões de "perseguição e censura" no Brasil.
O Departamento de Estado dos EUA declarou que acompanha com "sérias preocupações" as decisões judiciais e as ações do governo de Luiz Inácio Lula da Silva que, segundo o órgão, restringem a liberdade de expressão. Além disso, a Casa Branca monitora ações do governo brasileiro que visam suprimir críticos e ordens judiciais que afetam o direito de expressão nas redes sociais.
Eduardo Bolsonaro criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, afirmando que seu comportamento, apoiado por outros membros do tribunal, expõe táticas que podem resultar em consequências sérias nos EUA. Ele mencionou a possibilidade de aplicação da Lei Magnitsky a Moraes e outro ministro do STF, citando a censura a contas de usuários e a necessidade de um processo eleitoral equilibrado.
Moraes já havia sido sancionado pelos EUA com base na Lei Magnitsky em julho de 2025, mas as sanções foram retiradas em dezembro do mesmo ano. A lei é utilizada para punir autoridades estrangeiras por violações de direitos humanos e corrupção, congelando bens e vínculos econômicos com os EUA. O STF não respondeu a um pedido de manifestação sobre as declarações de Eduardo Bolsonaro.




