O presidente dos EUA, Donald Trump, esteve presente na audiência da Suprema Corte nesta quarta-feira (1º) para debater a legalidade de sua ordem executiva que restringe a cidadania por nascimento. A proposta busca negar este direito a filhos de pais sem documentos ou com vistos temporários.
Este evento marca a primeira vez que um presidente em exercício comparece a uma audiência na Suprema Corte. A corte já havia decidido em junho de 2025 a favor de Trump, revogando liminares que impediam a implementação de sua política de imigração.
Trump chegou ao local cerca de dez minutos antes do início da sessão e assistiu em silêncio enquanto o procurador-geral John Sauer expunha a posição do governo. A limitação da cidadania automática foi uma das promessas de campanha do republicano, que tem adotado uma postura rígida em relação à imigração ilegal.
A decisão da Suprema Corte de ouvir os argumentos sobre o caso envolve uma revisão de um direito estabelecido na 14ª Emenda da Constituição, que assegura a cidadania a pessoas nascidas nos EUA desde o século XIX. Especialistas jurídicos e críticos questionam a legalidade da ordem executiva, defendendo que a cidadania por nascimento é um direito constitucional inalienável.




