Uma professora de história, filosofia e sociologia, Ana Paula Aguiar, implementou uma atividade em sala de aula onde alunos do segundo ano do ensino médio puderam interagir com a inteligência artificial, fazendo perguntas a figuras históricas como Napoleão Bonaparte. A experiência ocorreu em outubro de 2025 e buscou explorar o potencial da IA como ferramenta auxiliar no aprendizado.
Durante a interação, Napoleão respondeu de forma contextualizada e com frases que refletiam a linguagem da época, além de apresentar análises que coincidiam com discursos autênticos do general. A professora destacou a importância de usar a IA com responsabilidade, como um complemento ao aprendizado tradicional, que não deve ser substituído.
Ana Paula também observou que, ao lidar com questões mais específicas, seu conhecimento de história a permitiu questionar algumas respostas da IA. Essa capacidade de ajuste da ferramenta foi um dos aspectos mais interessantes da experiência, mostrando que a IA pode ser uma ajuda valiosa, mas que requer discernimento do educador e do aluno.
Outras figuras históricas, como Chiquinha Gonzaga e Tarsila do Amaral, foram incluídas na atividade, com a IA oferecendo respostas factualmente corretas, embora em alguns casos soassem genéricas. Essa diversidade de interação evidencia a versatilidade da ferramenta no contexto educacional.




