Campo Grande concentra 30.374 eleitores com título irregular em Mato Grosso do Sul, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral atualizados até 27 de março. Esses eleitores precisam regularizar a situação até 6 de maio para votar nas eleições de 2026.
O prazo de 6 de maio é o último para transferência de domicílio, mudança de local de votação, emissão do primeiro título, revisão cadastral e atualização da biometria. Após essa data, o cadastro eleitoral fecha por exigência da Lei nº 9.504/1997, que determina o bloqueio 150 dias antes da eleição.
Quem não resolver pendências não poderá votar no primeiro turno, marcado para 4 de outubro, nem no segundo turno, previsto para 25 de outubro. O título pode ser cancelado quando o eleitor deixa de votar e não justifica a ausência em três eleições consecutivas ou não comparece à revisão obrigatória.
O eleitor deve apresentar documento oficial com foto, título eleitoral ou e-Título, comprovantes de votação ou justificativa e, se necessário, comprovante de pagamento de multa. O voto é obrigatório para pessoas alfabetizadas entre 18 e 70 anos. Quem não vota nem justifica pode enfrentar restrições, como impedimento para tirar passaporte, assumir cargo público, participar de concursos, renovar matrícula em instituição pública e obter certidão de quitação eleitoral.




