A COP15 terminou com avaliação geralmente favorável e avanços considerados estratégicos para a proteção da biodiversidade. Entre os principais resultados estão a inclusão de novas espécies sob proteção internacional, reforço da cooperação entre países e maior prioridade às áreas úmidas como o Pantanal.
O presidente da COP15, secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, considerou a avaliação dos delegados extremamente positiva. "A avaliação generalizada é extremamente positiva. Praticamente todos os documentos foram aprovados e houve aplauso coletivo ao final da etapa técnica", afirmou.
A conferência também consolidou o papel do Brasil nas negociações multilaterais ambientais, pois o país demonstrou capacidade de articulação e apoio aos acordos coordenados pela ONU.
A secretária nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais, Rita Mesquita, também classificou os encaminhamentos da COP15 como positivos e afirmou que as propostas apoiadas pelo Ministério do Meio Ambiente avançaram ao longo das negociações.




