Um mês após o início da ofensiva liderada por Estados Unidos e Israel contra o Irã, as forças aliadas registram avanços militares expressivos, como a destruição de mísseis e navios. A campanha aérea destruiu cerca de 80% dos lançadores de mísseis do Irã e 90% das suas maiores embarcações, atingindo mais de 10 mil alvos e eliminando figuras centrais do regime.
O bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde circula 20% do petróleo mundial, e a capacidade do Irã de atacar navios nessa rota elevaram o preço do petróleo em mais de 70% desde o início do conflito. Isso impacta cadeias de suprimentos globais e forçou os EUA a liberarem reservas estratégicas para conter a alta dos combustíveis, enquanto o governo iraniano exige condições mais favoráveis para um cessar-fogo.
Os Estados Unidos apresentaram um plano de cessar-fogo com 15 pontos, que inclui restrições ao programa nuclear e a reabertura das rotas marítimas. No entanto, o Irã rejeitou os termos iniciais, exigindo o fim total das hostilidades e garantias contra novos ataques.
O Pentágono reforçou a presença no Oriente Médio com mais de 50 mil militares. Embora não haja intenção de uma invasão terrestre em larga escala, o envio de tropas visa proteger áreas estratégicas. A guerra gera desgaste interno, com custos financeiros superando US$ 20 bilhões e um aumento de 30% nos preços da gasolina, levando a questionamentos sobre o envolvimento em um novo conflito.




